Coreia do Norte desvia atenção do Irã e intensifica desenvolvimento de mísseis, afirma serviço de inteligência.

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Por Redação g1 — São Paulo


Esta foto sem data, fornecida em 29 de março de 2026 pelo governo norte-coreano, mostra o que afirma ser um teste de motor a combustível sólido em um local não divulgado na Coreia do Norte. Jornalistas independentes não tiveram acesso para cobrir o evento retratado nesta imagem distribuída pelo governo norte-coreano. — Foto: Agência Central de Notícias da Coreia/Serviço de Notícias da Coreia via AP

Esta foto sem data, fornecida em 29 de março de 2026 pelo governo norte-coreano, mostra o que afirma ser um teste de motor a combustível sólido em um local não divulgado na Coreia do Norte. Jornalistas independentes não tiveram acesso para cobrir o evento retratado nesta imagem distribuída pelo governo norte-coreano. — Foto: Agência Central de Notícias da Coreia/Serviço de Notícias da Coreia via AP

A Coreia do Norte tem dado sinais de afastamento do Irã desde o início da guerra envolvendo o país do Oriente Médio, segundo parlamentares sul-coreanos que divulgaram informações repassadas pela agência de espionagem local.

As declarações foram feitas nesta segunda-feira (6) a jornalistas, após uma reunião a portas fechadas com o Serviço Nacional de Inteligência (NIS) responsável por monitorar o regime norte-coreano.

De acordo com os deputados, Pyongyang não enviou armas ao Irã nem fez manifestações diplomáticas públicas de apoio desde o início do conflito. Para os parlamentares, isso indica um possível distanciamento entre os dois países.

Veja os vídeos que estão em alta no g1

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Os legisladores também afirmaram que a Coreia do Norte enfrenta dificuldades internas ligadas ao cenário internacional. Segundo eles, a guerra tem provocado escassez de suprimentos industriais, o que afeta o país.

Além disso, os deputados disseram que o regime segue investindo em seu programa militar. Entre os projetos em andamento estaria o desenvolvimento de um míssil balístico intercontinental integrado feito de fibra de carbono.

Segundo os parlamentares, a Coreia do Norte também testou um motor de foguete de combustível sólido voltado a esses mísseis. O objetivo seria ampliar o alcance e permitir o transporte de ogivas mais pesadas e, possivelmente, múltiplas.

No campo político, os deputados relataram ainda que a filha do líder norte-coreano, Kim Jong-un, é considerada uma possível sucessora no comando do país, de acordo com a agência de inteligência.

Reportagem elaborada com informações fornecidas pela agência de notícias Reuters.



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